quinta-feira, 18 de junho de 2020

As relações entre orgasmos e a nossa saúde mental

Ilustração: Caio Borges/UOL

Um dia recebi no consultório o telefonema aflito de uma mulher querendo marcar hora com urgência. Ethel, de 76 anos, magrinha, de cabeça toda branca, chegou agitada. E foi logo contando sua história:

“Moro com minha irmã, dois anos mais velha. Nunca nos casamos, somos virgens. Até pouco tempo atrás eu nunca tinha me preocupado com sexo. Mas de dois anos pra cá a minha vida virou um tormento. De manhã quando acordo, se não me masturbar, não consigo fazer nada, nem dizer para a empregada o que é preciso comprar para o almoço. E o meu desejo sexual vem aumentando cada vez mais. Agora descobri que com o chuveirinho do bidê posso ter mais prazer do que com a minha mão. Mas estou preocupada, tenho pavor de que a minha irmã descubra que faço isso.”

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Os sentimentos de vergonha e culpa, tão presentes na nossa cultura, fazem com que quase todos se recriminem por suas atividades ou mesmo por seus desejos, como se não fossem algo humano. No mundo ocidental, o corpo é visto como inimigo do espírito. Aprendemos a nos sentir envergonhados e culpados por ele, principalmente pelos órgãos sexuais e suas funções.

Há muito tempo nos ensinam que imagens do corpo humano nu, particularmente experimentando o prazer sexual, são obscenas. E mesmo quando se consegue rejeitar conscientemente todo esse moralismo, a mensagem negativa é absorvida sem que se perceba.

E o sexo sendo visto como algo tão perigoso leva a maioria a renunciar à própria sexualidade, ficando quieta no seu canto. A questão é que nem sempre a repressão é bem sucedida, como no caso de Ethel.

Para o psicanalista Wilhelm Reich (1897-1957) as enfermidades psíquicas são a consequência do caos sexual da sociedade, já que a saúde mental depende da potência orgástica, isto é, do ponto até o qual o indivíduo pode se entregar e experimentar o clímax de excitação no ato sexual.

Ele tinha total convicção da importância do orgasmo para a saúde física e mental, bem como para evitar as neuroses. A partir da observação de seus pacientes, concluiu que aqueles que passavam a estabelecer relações sexuais mais prazerosas apresentavam melhoria do quadro clínico.


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terça-feira, 16 de junho de 2020

O que significa a sigla LGBTQIA+? Entenda essa luta

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É essencial saber o que significa a sigla LGBTQIA+ para podermos unir forças na luta contra as discriminações de gênero e orientação sexual presentes e naturalizadas em nossa sociedade.

Sim, hoje, vamos falar de mais um assunto importante e um pouco complexo para não ficarmos parados nesse processo de desconstrução pelo qual precisamos passar – e nada como fazer isso juntos.

O dia 17 de Maio é marcado como o  Dia Internacional Contra a Homofobia e o dia 28 de Junho, Dia Internacional do Orgulho LGBTQIA+. Com datas tão marcantes e significativas, nada como começar do começo e entender o que é a sigla que dá nome a esse movimento marcado por luta, dor, força e muita cor.

Então, continue juntinho com a Dona Coelha para desvendar um pouquinho mais esse arco-íris e aprender sobre inclusão, respeito, amor e garra. Preparades? Então, vamos lá!

Saiba o que significa LGBTQIA+: a origem de tudo

O Brasil é o país que mais mata pessoas LGBTQIA+ no mundo atualmente. Apesar de termos avançado muito no quesito liberdade, alguns grupos ainda têm muitas batalhas para vencer.

Esse é o caso do movimento social e político em prol da inclusão de indivíduos de diversas identidades de gênero e orientações sexuais. A primeira sigla usada para denominar essa luta foi a GLS, relativa a “Gay, Lésbicas e Simpatizantes”, que seriam aqueles que não se encaixam nas duas primeiras mas apoiam o movimento.

Mas, como a luta não era apenas de pessoas homossexuais, com o passar do tempo, a sigla foi sofrendo algumas alterações e se aprimorando, a fim de estar cada vez mais em sintonia com a luta: inclusiva.

GLBT foi a próxima sigla, com a inclusão de “Bissexuais” e “Transexuais”. A sigla para simpatizantes foi retirada, não porque esses apoiadores não sejam bem-vindos, mas porque o protagonismo do movimento deve ser seus agentes.

Posteriormente, surgiu a sigla talvez mais conhecida até hoje para o movimento: LGBT. A inversão dos termos se deu em busca da equidade de gênero entre essa população. Dessa forma, a sigla de “Lésbicas” passou a preceder a sigla “Gays”.

Letrinha por letrinha: desvendando a sigla LGBTQIA+

A sigla LGBTQI+a dona coelha

Agora que você entende melhor a trajetória que vem trazendo a atual sigla para o movimento de luta contra discriminações de gênero e sexualidade, vamos conferir o que significa LGBTQIA+, letrinha por letrinha? Se liga:

  • “L” Lésbicas: mulheres que sentem atração sexual ou afetiva por pessoas do mesmo gênero (mulheres).
  • “G”Gays: homens que sentem atração afetiva ou sexual por outros homens (mesmo gênero);
  • “B” Bissexuais: pessoas que sentem atração sexual ou afetiva pelos gêneros masculino e feminino.
  • “T” Transexuais ou Transgêneros: pessoas que não se identificam com o gênero que lhe foi atribuído no nascimento, mas com outro. Esse conceito tem a ver com identidade de gênero – leia mais sobre o tema aqui no nosso blog.
  • “Q” Queer: gênero de pessoas que se identificam tanto com o masculino quanto o feminino, bem como pessoas não-binárias, que não se identificam com os dois gêneros mencionados, mas outros.
  • “I” Intersexo: pessoas cujo desenvolvimento corporal sexual não se enquadra na binariedade (feminino ou masculino) – características hormonais, genitais, cromossômicas e/ou outras biológicas.
  • “A” Assexuais: no geral, pessoas que não sentem atração afetiva ou sexual independe do gênero da outra pessoa. A assexualidade pode se dar de várias formas e você também pode aprender mais sobre o tema aqui na Dona Coelha.
  • “+” Abrangência: o sinal de soma (+) ao final da sigla é o indicativo de que o movimento abrange as diversas possibilidades de orientação sexual e identidade de gênero.

Como são muitas as formas das pessoas se relacionarem e se identificarem que buscam uma inclusão política e social dentro de um sistema que “santifica” a binariedade, seria difícil ter espaço para todas as letrinhas necessárias.

Celebre ser você: o Dia Internacional do Orgulho LGBTQIA+

O dia 28 de Junho é conhecido mundialmente como o Dia do Orgulho LGBTQIA+. Lembrado também como Dia do Orgulho Gay ou LGBT, a data, apesar do nome esperançoso e positivo, teve uma origem marcada por luta e conflitos.

O marco foi na mesma data em 1969, no bar Stonewall Inn, em Nova Iorque, região com circulação prioritária da comunidade homossesual e transexual desde então. Na manhã daquele dia, a polícia de Nova Iorque invadiu o local e a região, mas as pessoas não aceitaram a repressão.

Marsha P.Jhoson dona coelha

Assim, foram iniciadas diversas manifestações espontâneas e com violência pela comunidade LGBT, lutando contra a invasão. Assim, iniciou-se o movimento que deixava para trás a associação de “vergonha” a essas pessoas e trazia para o palco o “orgulho”.

Até hoje, por todo mundo, vemos o reflexo dessa luta: as famosas “Paradas Gays” acontecem em diversos países celebrando a diversidade do amor e do ser, mas não apenas dos homens gays. A festividade marca o orgulho em ser diferente e lembra as lutas que já foram enfrentadas e as que ainda precisam ser ganhas.

Ah, nesse sentido, vale a pena lembrar que não existe essa de “orgulho hétero”, viu? Não que não seja legal ser hétero (afinal, é isso que a sociedade prega como certo), mas porque esse termo é usado para ressaltar a luta pela liberdade de se mostrar diferente do padrão – o que os héteros não precisam fazer.

E aí, ficou mais claro o que significa LGBTQIA+? Agora, é seu momento de ficar mais ative e atente ao processo. Para nós, pessoas cisgênero e heterossexuais, é hora de saber usar os nosso privilégios em prol do movimento! Aprenda, discuta, ouça e dê voz! O básico você já sabe: respeite.

Gostou desse conteúdo? Para ficar por dentro de mais assuntos como esse, sobre sexo, relacionamento e produtos eróticos, acompanhe a Dona Coelha nas redes sociais! Até o próximo post!

> Dona Coelha


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segunda-feira, 15 de junho de 2020

“Meus pais não aceitam meu namoro; dizem que minha namorada é ninfomaníaca”

Ilustração: Caio Borges/UOL

“Tenho 24 anos e tenho uma namorada há seis meses. Não tenho dúvida de que a amo, mas minha vida em casa está um inferno. Meus pais não aceitam o meu namoro. Eles alegam que eu mereço coisa melhor; que minha namorada não passa de uma ninfomaníaca. Antes de mim, ela teve três namorados que são meus conhecidos, e meus pais acham isso inadmissível.”

 

***

A ninfomaníaca, ou seja, a mulher que nunca se satisfaz no sexo, foi um mito alimentado, ao longo da história, pela repressão sexual. No século 19, uma onda de fervor moral varreu o Ocidente. As mulheres foram conclamadas a proporcionar um modelo de pureza para ambos os sexos. Ao mesmo tempo, o novo ideal feminino – a mulher casta, o anjo da casa – fazia com que elas ficassem num pedestal.

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Sua missão era domar as paixões dos homens e manter a castidade do lar, mas isso sem participar do mundo. Os médicos avaliaram que elas tinham um sistema nervoso muito delicado, “doença mensal” e cérebro menor, além de órgãos reprodutivos também menores; tudo isso fazia com que fosse insalubre para elas votar, trabalhar fora de casa, escrever livros, ir para a universidade, ou participar de debate público.

Diversas teorias médicas tentavam explicar as causas da ninfomania: nervos esgotados, inflamação no cérebro, lesões na coluna, cabeça deformada, além de genitália irritada e clitóris ampliado. Diziam também que a ninfomania se relacionava com o desejo sexual não controlado pela vontade, a disposição para sucumbir à tentação.

Sem dúvida, a mulher insaciável é uma fantasia masculina. Mas muitas mulheres sofreram em função desse mito. Médicos retiravam os ovários de algumas mulheres para controlar sua sexualidade, e em alguns casos, removiam o clitóris. Outras foram colocadas em instituições para doentes mentais com o diagnóstico de ninfomaníacas.

Os preconceitos históricos quanto à sexualidade feminina, aliados à ignorância sempre causaram vítimas. Na medida em que havia a crença de que mulheres não têm desejo, qualquer uma que tivesse algum era doente: uma ninfomaníaca.

O pesquisador da sexualidade, Alfred Kinsey, dizia que ninfomaníaca é alguém que gosta sexo mais do que você. Para muitos, até hoje, qualquer mulher que gosta de sexo e não se reprime, é considerada uma mulher insaciável.


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sábado, 13 de junho de 2020

Os mitos que cercam o esperma de um homem

Universa consultou três especialistas para desvendar diversas dúvidas sobre o esperma. Várias questões foram abordadas: O cheiro e o sabor podem ser alterados? Um homem pode ser pai mesmo na terceira idade? A masturbação excessiva costuma afetar o volume? E engolir, faz mal à saúde? Há uma história do esperma e as diferentes interpretações que a ele foram dadas que é bem interessante.

Durante milênios não se soube que o homem participava da procriação. Acreditavam que a criança era colocada no útero da mãe por um sopro que vinha dos rios, dos mares, das grutas. Há aproximadamente 5.000 anos, abandonaram a caça e passaram a ter convivência cotidiana com os animais.

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Isso fez com que percebessem dois fatos surpreendentes: as ovelhas segregadas não geravam cordeiros nem produziam leite, porém, num intervalo de tempo constante, após o carneiro cobrir a ovelha, nasciam filhotes. A contribuição do macho para a procriação foi enfim descoberta, mas não apenas isso. Os homens perceberam que um carneiro podia emprenhar mais de 50 ovelhas!

O poder de procriação parece ter sido uma das causas da guerra entre os sexos. Impossibilitados de excluir totalmente a participação da mulher, os homens tentaram reduzir de forma drástica a sua importância. O ventre materno foi desvalorizado ao máximo.

Contudo, mesmo considerado um simples receptáculo, uma caverna ou um barco que serviria apenas de passagem para o feto, não foi possível apaziguar de todo a ansiedade do homem em relação à sua capacidade criadora. A paternidade mobilizou a inveja do homem diante da condição da mulher de gestar, parir e amamentar, do seu poder de criatividade e seu mistério.

Para os baruya, da Nova Guiné, um filho é o produto do esperma do homem. Uma vez dentro da mulher, porém, o esperma encontra-se misturado aos seus próprios líquidos. Se o esperma do homem vencer a água da mulher, a criança será um menino, caso contrário, será uma menina.

Após a fecundação, o homem alimenta o feto através de coitos repetidos e o faz crescer no ventre da mãe. O esperma é o alimento que dá força à vida, e as mulheres enfraquecidas pela menstruação ou pelo parto bebem esperma. Um segredo dos homens baruya, que nenhuma mulher deve conhecer, é que o esperma dá a eles o poder de fazer renascer os jovens fora do ventre de suas mães, fora do mundo feminino, no mundo dos homens e apenas por eles.

Assim que os jovens iniciados penetram na casa dos homens, são alimentados com esperma dos mais velhos. Essa ingestão é repetida durante vários anos, com a finalidade de fazê-los crescer mais e mais fortes do que as mulheres, superiores a elas, aptos a dominá-las e dirigi-las.

Essas práticas objetivam limitar os poderes fecundantes das mulheres. Para os baruya, o feto só se desenvolve graças ao esperma masculino. O leite com que mais tarde as crianças são alimentadas é o resultado desse esperma, já que há a crença de que o leite da mulher nasce do esperma do homem.


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sexta-feira, 12 de junho de 2020

Amizade colorida: o filme na vida real… rola ou não?

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Você sabe o que é uma amizade colorida? A relação entre dois amigos muito íntimos que conta com benefícios sexuais sem rolar aquela neura de compromisso e sentimentos parece ser o sonho de muita gente.

É basicamente isso que conta a história do filme estrelado por Mila Kunis e Justin Timberlake, de 2011. O enredo popular e super descontraído abre margens para a imaginação de quem quer ter prazer com uma pessoa especial, mas sem criar o compromisso e responsabilidades de um relacionamento.

filme amizade colorida dona coelha

Já que a trama é super conhecida e rende um momento de descontração, seja sozinho, a dois ou com a galera, a Dona Coelha ficou curiosa: é possível ter uma amizade com benefícios? Como tudo que envolve prazer sexual tem a ver com a gente, fomos atrás de informações para te contar se vale a pena investir nisso ou não!

Ficaram curiosos? Então, prepare aquela pipoca deliciosa e aproveite a leitura! Vamos lá?!

Amizade colorida: um enredo cativante e… surpreendente?

Já que o assunto do nosso tema de hoje foi inspirado em um longa metragem, nada mais lógico do que fazermos uma breve contextualização desse enredo, não é? Antes de continuar, fica o aviso: contém spoilers!

Estreado em 2011, é bem provável que você já assistiu à comédia romântica “Amizade Colorida”. Jamie e Dylan se conhecem em Manhattan, em Nova Iorque, por conta do trabalho. Convivendo diariamente, percebem que têm muita coisa em comum e logo se tornam melhores amigos.

Compartilhando de experiências românticas nada legais, corações partidos e traumatizados, os dois decidem que é hora de deixar essa história de romance de lado e curtir os prazeres da vida – e por que não juntos? (Leia: Melhores brinquedos para apimentar a relação).

Daí começam os “benefícios” dessa amizade (referente ao título original do filme “Friends with benefits” – Amigos com benefícios, do inglês). Sexo sem compromisso, foco no prazer, descobertas e aperfeiçoamento de práticas juntos, tudo que vem com uma amizade, não é? rs…

Tudo parece ir muito bem e dar muito certo, até que os sentimentos começam a surgir entre os dois. Aí já viu: a esperança de um “algo a mais” surge, mágoas e brigas ficam mais intensas e a amizade é impactada.

Daí em diante a gente esquece que a ideia incrível de transar entre amigos e começa a torcer para eles ficarem juntos como um casal mesmo. É aí que o enredo fica super óbvio e nada surpreendente – mas de forma alguma menos interessante, vale a pena assistir até o último minuto!

Como deve ser uma amizade colorida? O código das relações

Qual é a sua relação com seus amigos? Vocês trocam risadas, experiências, muito amor e umas farpas de vez em quando, certo? Bom, isso é o que se espera de todas as amizades, mas, quando ela tem benefícios, ganha um toque a mais de prazer.

A questão importante aqui é que tudo que envolve sexo é mais delicado e exige, de qualquer forma, algum compromisso das duas partes. Primeiro, é essencial que vocês estejam entendidos que vai rolar apenas sexo e prazer, sem envolvimentos emocionais – além dos que já existem em uma amizade.

Depois, é preciso entender que até em amizades existe o que é chamado de responsabilidade afetiva: você é responsável pela expectativa sentimental que cria no outro a partir das suas ações e palavras.

Ou seja, quando a gente tem um relacionamento de qualquer tipo, há atitudes que esperamos ou não dessa pessoa, como as mágoas que ela seria capaz de nos causar. O termo é muito utilizado para falar de casais, mas as amizades também são construídas sobre confiança e sentimentos, né?!

amizade colorida relator dona coelha

Então, para entrar nessa onda de amizades com benefícios, você precisa ter maturidade para ceder e cobrar ações e posicionamentos adequados, tanto seus quanto da pessoa que tá nessa contigo.

Assim, nada de ter amizade colorida com aquele crush ou alguém que tenha crush em você. Se perceber que tá rolando sentimentos amorosos  em um dos lados, é hora de bater um papo sério e colocar um ponto final – daí pode nascer uma nova relação ou vocês podem voltar ao que existia antes, com mais carinho e intimidade.

Amizade colorida: comédia romântica ou drama?

É bem possível que, agora, você esteja se perguntando: mas, Dona Coelha, amizade colorida estraga a amizade? Bem, trago notícias: sim e não! Tudo depende de como vocês levam essa experiência.

Se desde o começo os dois lados entenderem que o intuito dessa relação mais íntima é pelo prazer e troca de experiências, é bem provável que, se ela chegar ao fim, vocês permaneçam com uma amizade ainda mais fortalecida.

Por outro lado, se rolarem mágoas ou sentimentos no meio disso tudo, as chances de a amizade acabar são grandes… Vocês podem ter o final do filme e se apaixonarem, ou fechar laços e relações definitivamente.

Tudo vai depender de como vocês vão se tratar ao longo de toda essa história – respeito, carinho e cuidado são essenciais em qualquer relação! E aí, qual vai ser o seu enredo: comédia romântica ou drama da Netflix?

Seja qual for a sua ideia, a Dona Coelha deseja muito prazer, diversão e aprendizagens! Ah, não esquece de conferir esse super título – um programa divertido para o fim de semana.

Leia mais e saiba Como apimentar a relação?

Gostou do conteúdo de hoje? Então, conta pra gente: você vive ou já viveu uma amizade colorida? Vamos dividir experiências, nossa equipe quer saber tudo! Para mais assuntos como esse, fique de olho nas nossas redes sociais! Nos vemos no próximo post, juízo, em!

> Dona Coelha


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quinta-feira, 11 de junho de 2020

Ainda existem mulheres que usam seu sexo como moeda de troca

 

Ainda existem mulheres que usam seu sexo para conseguir alguma coisa de um homem. Esse é um hábito que vem de longe. Com a extinção da sociedade de parceria, há cerca de 5.000 anos, a mulher se tornou uma simples mercadoria. Viu-se obrigada, então, a utilizar a única arma que tinha para se defender: seu corpo. Dessa forma, controlava as necessidades sexuais masculinas e garantia sua sobrevivência  — obtinha em troca vantagens e também presentes.

Os tempos são outros, novos valores surgiram, mas o longo período de submissão ao homem deixou marcas profundas na mulher. Muitas não conseguiram desistir da ideia de que só tendo o domínio da satisfação sexual masculina podem ter benefícios. Até pouco tempo atrás, a obsessão das mães pela virgindade das filhas se devia justamente a isso.

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Para garantir que o noivo não escapasse de se tornar marido, as moças não deveriam ter, em hipótese alguma, relação sexual antes do casamento. “Que motivo, afinal, ele terá para se casar depois?”.  É evidente que, sem perceber, aceitavam como natural que se fizesse uso do próprio sexo como chamariz para atingir um objetivo.

E hoje, de que forma a mulher lida com a sua sexualidade?  Neste período de grandes mudanças, observamos comportamentos variando de um extremo conservadorismo a uma surpreendente inovação. Há mulheres que se sentem aptas, em todas as áreas, incluindo a sexual, para estabelecer relações de igualdade e parceria com os homens. Outras continuam com dificuldade de participar de uma relação amorosa de troca, em que um não seja superior ao outro. O mesmo ocorre com o homem em relação à mulher.

Não é raro encontrarmos homens que usam seu pênis como uma ferramenta que ignora a angústia, o medo, o cansaço ou qualquer outro sentimento, transformando-o em algo separado deles. Às vezes, até como arma. Lembro da história de um lituano, na Escócia, ao receber ordem de prisão de uma policial, a jogou no sofá, tirou a cueca e tentou lhe bater na cabeça com seu próprio pênis.

Da mesma forma, existem mulheres que negam sua vagina como órgão de prazer, transformando-a em moeda de troca na relação com o homem. E isso pode se manifestar de várias formas. Desde a recusa de fazer sexo com um homem nos primeiros encontros, com o único objetivo de assegurar a continuidade da relação, até o hábito de excitar o namorado ou marido ao máximo e na última hora desistir, apostando que o desejo insatisfeito dele será uma garantia de submissão. Sem contar que nas relações estáveis a recusa do sexo também é usada com frequência como punição.


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quarta-feira, 10 de junho de 2020

Método natural para aumentar o pênis

Informações Sobre o Uso de Pílulas, Extensores, Cirurgia, Exercícios e Outros Métodos de Como Aumentar o Penis Utilizados na Atualidade.


O tamanho do pênis sempre foi uma das maiores preocupações de homens em todos os países do mundo. Um pênis grande é considerado sinal de virilidade em muitas culturas, bem como de poder, vigor e saúde. A medicina e a tecnologia modernas oferecem respostas de como aumentar o pênis através de várias técnicas inclusive com argumentos de que é possível aumentar o tamanho do pênis com uso de medicamentos.
Como aumentar o volume do pênis, bem como o comprimento deste já não é mais questão discutível como um mito e com falatórios médicos de que não é possível. Temos guias de como aumentar o tamanho do pênis com exercícios, vários destes à venda, kits de aumento peniano natural e outros sistemas em uso, alguns dos quais com testemunhos claros de resultados impressionantes no aumento do tamanho bem como da grossura do membro masculino.
Algumas vezes, tendo ao seu dispor uma grande variedade de opções, quem busca respostas para a pergunta “tem como aumentar o pênis?” fica completamente confuso ao deparar-se com títulos como:
Pílulas Para Aumentar o Pênis

Como Aumentar o Tamanho do Pênis sem Cirurgia
Aumento Peniano Sem Remédios etc.

Existem vários equipamentos acompanhados de manuais que ensinam técnicas de como aumentar e engrossar o pênis, mas nem todos produzem efeitos e é preciso ser cauteloso quando se trata de aplicar procedimentos e métodos que podem ser até danosos fisicamente. Alguns podem afetar sua saúde e outros são apenas enganosos e com objetivos de venda. Se você busca fatos e resultados sobre os diferentes métodos e quer realmente saber como fazer para aumentar o tamanho do pênis, pesquise e busque a solução adequada para o seu caso. Apresentamos soluções que podem lhe ajudar e, em pouco tempo, terá resultados de forma segura.
Este site apresenta artigos debatendo o tema do ponto de vista das pesquisas médicas na área que, embora existam poucas devido à classe médica acreditar que, métodos que ensinam como aumentar o pênis sem remédios ou cirurgias, não são de interesse, ainda assim temos especialistas no assunto que pertencem à esta classe e fazem pesquisas há décadas sobre o assunto.
Apresentamos abaixo a maioria dos métodos divulgados que ensinam como aumentar o pênis, desde usando medicamentos até aumento peniano com exercícios naturais. Não queremos apresentar os comentários como verdades absolutas, portanto leia e procure tirar suas conclusões sobre o assunto.

Como Aumentar o Pênis Através de Aparelhos de Tração Para Alongamento

Aumento Peniano Com Tração
Estes aparelhos, basicamente, aparentemente são a técnica mais comum utilizada. Aumentar o pênis de forma natural ocorre neste caso em reação à capacidade que os tecidos possuem de aumentar a multiplicação celular e a elasticidade quando submetidos a uma continuada força de tração.

O princípio da tração é utilizado na cirurgia plástica para expansão do tecido. A regeneração do tecido é usada para cobrir defeitos cutâneos, queimaduras e áreas de perda de cabelo. É também utilizada na cirurgia ortopédica para ampliar a diáfise dos ossos longos e falanges.
A resposta para “como faço para aumentar o pênis?” pode estar no princípio do tracionamento da mesma forma que este princípio é utilizado em culturas antigas para outras partes do corpo como o “Pescoço de Girafa” das mulheres da tribo Paduang em Burma, ou os lábios e orelhas de outras tribos Africanas e mesmo da Amazônia. São acrescentadas próteses externas ou pesos para o alongamento. Outro exemplo claro que sustenta a idéia de aumentar o pênis naturalmente através de aparelhos de tração.
Apresentamos informação sobre tais aparelhos tanto quanto métodos para você aprender como aumentar o pênis manualmente, com exercícios etc.
O que existe de benéfico com métodos de aumentar o pênis naturalmente
Aumento no Tamanho do pênis (comprimento)

Aumento na grossura do pênis
Correções em desvios ou curvaturas penianas
Melhoria da sua autoestima e confiança
Melhoria na força da ereção de firmeza
Aumento na histamina e desejo sexual

O que podemos dizer de métodos que ensinam como aumentar o comprimento e a grossura do pênis manualmente
Além de serem métodos baseados em grande volume de testemunhos positivos, a grande vantagem é que aumentar o pênis com exercícios não é invasiva, não coloca seu físico e saúde em risco. Métodos que ensinam como fazer exercícios para aumentar o pênis permitem que você controle o processo e não necessite de acompanhamento médico, desde que sejam seguidos os procedimentos sem exagero e sem que este processo se torne uma atividade dolorosa que poderá causar danos irreversíveis.
Sobre aumentar o pênis com uso de medicamentos
O Uso de Medicamentos Para Aumentar o Tamanho do Pênis Apresenta Riscos
Obviamente que quando falamos em medicamentos, falamos também em acompanhamento médico. Não baste a necessidade de acompanhamento por profissional da área médica já que a maioria destes produtos são vaso-dilatadores, também só irão funcionar se acompanhados de uso de aparelhos de tração ou exercícios obrigatórios. Este site não recomenda o uso de tais produtos sem acompanhamento médico constante.


Aumento Peniano com Jelquing
A palavra Jelq refere-se ao método milenar de alongamento peniano baseado em exercícios e toalhas quentes. Nos dias atuais os exercícios manuais de alongamento foram substituídos por aparelhos de alongamento, embora a técnica permaneça a mesma. Os métodos mais populares que ensinam a aumentar o pênis com exercícios baseiam-se nesta técnica ancestral. Um aparelho extensor é colocado no pênis flácido e usado por baixo da roupa no decorrer do dia, isto em casos extremos, na maioria dos casos bastam exercícios usando o extensor como apoio para facilitar. Este sistema provou-se efetivo e não reversível.
O Chamado Jelq Grip (pega) Utilizado Nas Massagens Para Aumentar o Pênis
Um pênis de tamanho abaixo da média geralmente gera problemas psicológicos na maioria dos homens. Após seguir corretamente um método de aumento peniano comprovado durante alguns meses a maioria dos homens experimenta:
Aumento da autoconfiança

Aumento do desejo e vontade sexual
Orgasmos mais fortes e sexo mais intenso
Uma melhoria na vida social e na satisfação pessoal como um todo

Para aprender como aumentar o pênis, por favor, leia os demais artigos que publicamos no site e são dedicados a oferecer a melhor informação possível e os melhores métodos, gratuitos ou pagos, bem como aparelhos de ajuda e suporte.